terça-feira, 27 de dezembro de 2011

novas tecnologias...

advertising vintage ;)

ampliem lá :)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Quitapenas

Os Muñecos Quitapenas, originários do Guatemala, são pequenos bonecos, fabricados à mão com algodão ou barro.

Reza uma antiga lenda indígena que, quando uma pessoa não consegue dormir, ou tem pesadelos, deve contar os seus problemas ao boneco e colocá-lo debaixo da almofada, antes de adormecer. De acordo essa lenda, o boneco ocupar-se-á do problema da pessoa, permindo-lhe dormir tranquilamente.

Como não sou nada de acreditar nestas coisas, acho que foi qualquer outra coisa que me libertou dos meus pesadelos. Mas...


Não é que resultou mesmo? :p

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Uma pequena brisa de Natal

Apesar de ainda faltar uma semana para "começar o meu Natal"...


(David Fonsesa - "All I want for Christmas is you")

Vale sempre a pena uma boa música para tentar alegrar um feriado de estudo :)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

E os Ernestos 2011 foram assim

Apesar da muita paciência que foi precisa para aturar as encenaçõezinhas dos locutores da RFM, que pouco ou não interagiam com o público, valeram a pena alguns momentos como estes:










quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ao fim de 4 meses sem fazer exercício físico, uma pessoa percebe que está mesmo em muito má forma...

...quando, depois de subir seis lanços de escadas e de fazer meia dúzia de agachamentos numa loja, a fim de observar as prateleiras inferiores, não consegue descer as escadas sem que as pernas tremam.


Conclusão: por muito que me custe, vou mesmo ter que inscrever-me num ginásio x)

domingo, 30 de outubro de 2011

Dueto absolutamente improvável

Uma iniciativa que, em meu entender, podia (ou devia) ser mais vezes seguida pelos nossos artistas. Não com a vertente publicitária aqui presente, mas simplesmente em prol da nossa cultura.

domingo, 23 de outubro de 2011

Uma cidade chamada Porto





Uma curta que aviva ainda mais o orgulho que tenho em viver nesta cidade parece-me ser a melhor forma de fazer renascer este blog :)


Desculpem a ausência!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

os cartões de visita da BML

vão ser algo do género.... ai, de certezinha... ;)






sábado, 30 de abril de 2011



Talvez um pouco exagerado, mas com algum fundo de verdade x)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O direito de voto


Há uns tempos perguntaram-me se um eleitor que se encontre ausente do país em dia de eleições pode, de alguma forma, exercer o seu direito. Pesquisando sobre o assunto, fiquei a saber que os estudantes ou outras pessoas que, por motivos profissionais, se encontrem impedidos de se deslocar à assembleia de voto no dia das eleições (assim como os presos não privados dos seus direitos políticos e doentes internados), têm a possibilidade de votar antecipadamente, seguindo determinadas condições.


Aos interessados deixo os links para os folhetos informativos:






segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril





Ontem. Hoje. Sempre.

sábado, 9 de abril de 2011

parabéeeeeeeeeens :)


à sotora, com um beijinho doutrinal de juízo ;)


sexta-feira, 8 de abril de 2011

a doutrina sabe tudo

e sabe, entre outras coisas, que há uma sotora que faz anos amanhã.
não perde pela demora.


muahahahahahhahahahahahaha x)

sábado, 2 de abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

O gato da piela



O físico teórico austríaco Erwin Schrödinger apresentou em 1935, na revista alemã Naturwissenschaften ("Ciências Naturais"), o seu teorema do gato, teorema esse que eu considero aplicável, na sua plenitude, ao consumo de álcool.

A experiência consistia no seguinte:

Um gato é preso dentro de uma câmara de aço.

Dentro dessa caixa encontra-se um contador geiger, com o qual o gato não pode interferir, e que contacta com uma pequena quantidade de substância radioactiva.

No espaço de uma hora, um dos átomos pode decair mas, com a mesma probabilidade, pode nenhum deles decair.

Se decair, liberta-se um martelo que quebra um pequeno frasco de ácido cianídrico e o gato morre. Enquanto isso não acontecer, o gato vive.

Em cada hora o gato tem 50% de hipóteses de se safar.

Para quem está no exterior da caixa, é impossível afirmar, sem a abrir, que o gato está morto ou que está vivo.

O que a mecânica quântica afirma é que, se ninguém olhar para o interior da caixa, o gato encontrar-se-á numa sobreposição dos dois estados possíveis: vivo e morto.

Só se supera essa dúvida com uma medida: a abertura da caixa.

O que pareceu absurdo a Albert Einstein, faz todo o sentido para mim, quando aplicado à bebedeira. Senão vejamos:

Imaginem que vão numa segunda-feira à noite à Ribeira. Toda a gente sabe que nessa noite, pela conta certa de 5 euros, vos facilitam dois baldes de meio litro de vodka manhosa capaz de vos por de rastos.

Agora imaginem que são 2 da manhã e acabaram de mamar o terceiro balde.

‘Tou on fire!, pensam vocês. Não pensamos sempre?

Pois bem, a substância perigosa já está no organismo.

O gato somos nós, obviamente.

O contador é a facilidade com que cada um vomita.

Na primeira hora que se segue ao terceiro balde, o gato brinca, salta e arranha até, por vezes.

Mas na segunda hora, a vodka traiçoeira começa a fazer das suas.

Começamos a nossa sobreposição.

Sente-se o álcool a bater e os refluxos surgem.

Nas 2 horas seguintes, há 50% de hipóteses de essa ser a maior noite da vossa vida ou a noite em que vomitaram como nunca e em que, mesmo não sendo crentes, rezaram para que vos safassem daquela.

No decurso dessas 2 horas, há 50% de hipóteses de passar de herói daquela noite a gajo triste daquela noite.

50% de hipóteses de no dia seguinte se ter uma ressaca fixe ou uma ressaca de arrependimento.

E nessas duas horas somos incapazes de afirmar se estamos no ponto máximo da bebedeira fixe ou no ponto em que a bebedeira vai fazer virar o barco.

Nessas duas horas estamos inconscientemente nesse tormento de incerteza que só se exprime fisicamente.

Mas até o martelo quebrar o frasco do veneno, na sua tentativa de vos humilhar junto ao rio, uma coisa é certa: somos uns gatos felizes.

Miau para todos

sexta-feira, 25 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Quinta da Boucinha

Na passada sexta-feira fui jantar à Quinta da Boucinha. Não fora o voucher de que dispunha e, provavelmente não teria ido lá por iniciativa própria. Não que o sítio seja demasiado caro, porque não é, mas porque não conhecia o espaço.
É nestes momentos que se vê a repercussão que tem esta febre dos vouchers. Por um lado, para nós, consumidores, que nos aventuramos em novas experiências, por preços bastante mais apetecíveis. Por outro, para os próprios comerciantes, que, fazendo um pequeno esforço, mas não abdicando totalmente dos lucros, vêm aqui a oportunidade de angariar novos clientes. Para isso, é preciso, naturalmente, que os funcionários tratem de igual forma todos os clientes, quer tenham ou não um voucher para descontar, ou cairão na inevitável consequência de aquela visita nunca mais se repetir. Lembrei-me de fazer esta observação apenas porque já me aconteceu ser tratada com desprezo, só pelo facto de levar o dito papelucho. Felizmente, não tenho razão de queixa deste local.
A refeição foi razoável (nada de excepcional). A sobremesa era óptima. Mas o que tornou o ambiente verdadeiramente agradável foi a música ao vivo (voz, acompanhada de guitarra e bateria), que me fez permanecer no local durante mais de duas horas.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Lembram-se disto?
Vai estar no Teatro Carlos Alberto, entre 3 e 12 de Março.*


* Mais informações aqui.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Black Swan


Fiquei tão, mas tão desiludida!

Não sei se eram as expectativas que estavam demasiado elevadas, mas achei o filme demasiado irrealista e fantasioso. Até pode retratar um pouco da pressão que se vive no mundo da dança, da competitividade, do esforço e da tentativa de alcançar a perfeição. No entanto, achei a história pobre de conteúdo e toda aquela esquizofrenia da personagem principal, ou como lhe queiram chamar, me pareceu exagerada.