quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Tucatulá 2010



O Tucatulá está de volta!
Logo que o programa completo esteja disponível, faço a actualização :)

De qualquer forma, podem fixar já as seguintes datas:

9 de Abril, 21h30
Um tempo para dançar,
de Margarida Ferreira,
para Move'in-mento

17 de Abril, 21h30
Giselle pés descalços. Reportório,
de Eva Ramirez, Margarida Ferreira e Sofia Dias,
para Escola de Bailado Giselle

2 de Maio, 18h00
Dançando...
de Alexander Vorontsov e Elena Vorontsova
para Escola de Bailado Giselle


Parece que vem aí a versão portuguesa, e já sei de quem queira participar =) Será que temos talento em Portugal?

domingo, 14 de fevereiro de 2010

...


porque sim! :)
(se bem que podia postar Tony Carreira, já que descobri um café aqui na terrinha onde passam músicas desse grande senhor... diz que é exótico... música do mundo, dizem eles... x))

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010



Mesmo que não esteja a ser, ainda assim, eu acredito.


domingo, 7 de fevereiro de 2010


Alguém é capaz de me explicar que anúncio é este???


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


A Doutrina pode tardar, mas não falha!


Parabéns, Luísa!!!

Esperamos que tenhas tido um dia muito feliz e que este novo ano seja uma caixinha de boas surpresas :)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Bibliotecas: que futuro?

Muitas vezes me tenho perguntado que futuro será o das bibliotecas portuguesas. Poderão os leitores pensar que me refiro à escassez de livros. Esse é, de facto, um problema que afecta muitas bibliotecas, mas não é isso que me preocupa realmente. Nos últimos anos, por uma questão de necessidade, tenho tentado estudar algumas vezes em bibliotecas: ora na biblioteca da FDUP, ora na biblioteca da FEUP, ora na biblioteca Almeida Garrett. E em todas elas se verifica o mesmo problema, que me deixa verdadeiramente irritada: a falta de silêncio.
Não sei se é impressão minha, mas dá-me ideia que as novas gerações de estudantes universitários têm o péssimo hábito de se juntar em bandos e de ir em excursão até à biblioteca mais próxima, ou para fazer trabalhos de grupo, quando há salas próprias para o efeito, ou para conversar, quando há cafés bastante mais agradáveis na baixa portuense.
Mas, se o problema fosse apenas dos jovens insurrectos, tudo se resolveria com algum rigor e chamadas de atenção. Contudo, os funcionários dessas bibliotecas têm comportamentos do mesmo nível de má educação, para não dizer piores. Os telefones tocam vezes sem fim, mais alto do que o telefone de minha casa. Os funcionários falam alto e riem uns com os outros. Batem com os tacões dos seus altos sapatos no soalho, com toda a força. Enfim, esquecem-se completamente de que se encontram num local de trabalho e de estudo e de que colaram na porta um aviso, com letras garrafais que compõem a palavra SILÊNCIO.
Como se tudo isto não bastasse, esta manhã, na biblioteca da FDUP, em plena época de exames, decidiram agendar uma apresentação/formação sobre direitos de autor, no andar de cima, incomodando todos os que se encontravam nas salas de estudo individual e de grupo.
Por isso, pergunto-me a mim e pergunto a quem me queira responder: onde está o bom senso que se exige de quem gere uma biblioteca? Onde está o respeito pelos outros?
Enquanto tivermos à frente das bibliotecas pessoas que se acham rainhas-todas-poderosas e intocáveis, com legitimidade para fazer tudo o que querem, continuo a preferir estudar em casa.